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Tecnologia de ponta

Neuromodulação: reescrevendo padrões neurais.

Estimulação elétrica e magnética não invasiva para acelerar a recuperação neurológica, modular a dor e otimizar a função motora.

Neuromodulação
Para quem é

Você pode se beneficiar se…

Sequelas de AVE (acidente vascular encefálico)

Doença de Parkinson e distúrbios do movimento

Dor neuropática e fibromialgia

Reabilitação pós-trauma cranioencefálico

Pacientes em busca de performance cognitiva

Como funciona

Um caminho claro do primeiro contato à alta.

01

Avaliação neurofuncional

Mapeamento de déficits motores, cognitivos e perceptuais.

02

Parametrização individual

Definição de intensidade, frequência e localização da estimulação.

03

Sessões guiadas

EENM, EMTr ou tDCS combinados com tarefa motora, máxima neuroplasticidade.

04

Reavaliação periódica

Ajustes finos a cada bloco de sessões para sustentar ganhos.

O que é neuromodulação não invasiva

A neuromodulação não invasiva é um conjunto de tecnologias capazes de modular a atividade elétrica de circuitos neurais específicos, sem cirurgia e sem medicamentos. As duas modalidades principais que utilizamos são a Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr), que aplica pulsos magnéticos focais sobre o crânio para excitar ou inibir áreas cerebrais alvo; e a Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (tDCS), que utiliza corrente elétrica de baixíssima intensidade para alterar a excitabilidade cortical. Ambas são técnicas seguras, aprovadas pelos principais órgãos regulatórios internacionais e respaldadas por mais de duas décadas de pesquisa clínica. Combinamos essas tecnologias com tarefas motoras, cognitivas ou sensoriais, potencializando a neuroplasticidade, a capacidade do cérebro de se reorganizar.

Aplicações clínicas em reabilitação neurológica

Em pacientes pós-AVE, a EMTr aplicada sobre o hemisfério acometido (ou inibindo o hemisfério contralateral hiperativo) acelera a recuperação motora do membro plégico ou parético, especialmente quando associada a treino funcional intensivo. Na doença de Parkinson, a estimulação do córtex motor primário e da área motora suplementar melhora a marcha, reduz o congelamento e potencializa o efeito da medicação dopaminérgica. Em traumatismos cranioencefálicos e na esclerose múltipla, atuamos sobre déficits cognitivos (atenção, memória de trabalho) e sobre a fadiga, frequentemente o sintoma mais incapacitante. Para cada condição, o protocolo de estimulação (frequência, intensidade, número de sessões) é definido conforme diretrizes internacionais e personalizado.

Neuromodulação para dor crônica

Em quadros como fibromialgia, dor neuropática, lombalgia crônica refratária, enxaqueca e dor pós-AVE, a neuromodulação atua diretamente nos circuitos cerebrais que processam a dor, especialmente o córtex motor primário e o córtex pré-frontal dorsolateral. Estudos demonstram que ciclos de 10 a 20 sessões de EMTr ou tDCS podem reduzir significativamente a intensidade da dor, melhorar o humor (frequentemente comórbido em quadros de dor crônica) e diminuir o consumo de analgésicos. Combinamos a neuromodulação com fisioterapia, exercício e educação em dor, criando um protocolo multimodal de alto impacto.

Segurança, contraindicações e o que esperar

A EMTr e a tDCS são técnicas seguras, com efeitos adversos raros e em geral leves (formigamento no couro cabeludo, cefaleia transitória). As principais contraindicações são a presença de implantes metálicos intracranianos (clipes de aneurisma, marcapassos, implantes cocleares), epilepsia ativa não controlada e gestação, todos avaliados criteriosamente na primeira consulta. Cada sessão dura entre 20 e 40 minutos, é realizada com o paciente sentado e desperto, e geralmente é integrada a uma tarefa motora ou cognitiva no mesmo período. Em geral, prescrevemos blocos de 10 a 20 sessões, com reavaliação ao final de cada bloco.

Evidência científica

Diretrizes da Federação Mundial de Neurologia (2020) recomendam EMTr e tDCS como adjuvantes em reabilitação pós-AVE, dor neuropática e depressão refratária.

FAQ

Dúvidas sobre este tratamento

Não. A sensação varia de um leve formigamento (tDCS) a uma batida suave no couro cabeludo (EMTr). Bem tolerado pela grande maioria.

Sim, implantes metálicos cranianos, marcapassos e gestação são contraindicações. Avaliamos seu caso na consulta inicial.