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Saúde íntima feminina

Fisioterapia Uroginecológica: cuidado da sua saúde íntima.

Avaliação e tratamento do assoalho pélvico para incontinências, prolapsos, dor pélvica crônica e disfunções sexuais, em ambiente discreto e acolhedor.

Fisioterapia Uroginecológica
Para quem é

Você pode se beneficiar se…

Incontinência urinária de esforço, urgência ou mista

Prolapso de órgãos pélvicos (bexiga, útero, reto)

Dor pélvica crônica, dispareunia, vaginismo

Pós-parto: diástase, fraqueza pélvica, episiotomia

Climatério e disfunções sexuais femininas

Como funciona

Um caminho claro do primeiro contato à alta.

01

Avaliação especializada

Anamnese sensível e exame da musculatura do assoalho pélvico.

02

Plano individualizado

Eletroestimulação, biofeedback, treino com cones, exercícios funcionais.

03

Educação em saúde pélvica

Você compreende o funcionamento do seu corpo e ganha autonomia.

04

Acompanhamento

Reavaliações periódicas com medidas objetivas de força e endurance.

Um tabu que precisamos quebrar

Disfunções do assoalho pélvico afetam aproximadamente uma em cada três mulheres adultas, e a maioria nunca procura ajuda. Incontinência urinária, prolapsos, dor durante a relação, vaginismo e dor pélvica crônica são tratáveis, com excelente nível de evidência para a fisioterapia. Não são 'parte natural do envelhecimento' nem 'consequência inevitável do parto', são condições clínicas com tratamento. Na Ciência Funcional, oferecemos esse cuidado em ambiente acolhedor, com fisioterapeuta especializada em saúde da mulher, total privacidade e linguagem que respeita você. O primeiro passo é uma conversa franca, sem julgamento, e você decide cada etapa da avaliação e do tratamento.

Incontinência urinária: muito mais do que kegel

A incontinência urinária tem três grandes formas clínicas: de esforço (perdas ao tossir, espirrar, correr), de urgência (necessidade súbita e incontrolável) e mista. Cada uma exige um plano terapêutico diferente. Não basta 'fazer Kegel': muitas mulheres fazem incorretamente, contraem músculos errados ou agravam o quadro. Por isso, a avaliação especializada é fundamental. Usamos biofeedback (que mostra na tela a contração da musculatura), eletroestimulação intracavitária (quando indicada), cones vaginais, treino progressivo de força e endurance, treino vesical (para quadros de urgência), educação postural e respiratória, e técnicas comportamentais. Resultados em 8 a 12 sessões são a regra, com nível 1 de evidência.

Dor pélvica crônica e disfunções sexuais

Dor pélvica crônica, dispareunia (dor na relação), vaginismo e vulvodínia são quadros frequentemente subdiagnosticados e mal tratados. Envolvem musculatura hiperativa, sensibilização central, componentes emocionais e, muitas vezes, histórico de trauma. A fisioterapia uroginecológica oferece um caminho cuidadoso de tratamento: liberação miofascial intracavitária (sempre com consentimento e respeitando seu ritmo), técnicas de relaxamento, dessensibilização gradual, biofeedback de relaxamento, dilatadores progressivos e trabalho integrado com psicólogo e ginecologista. A escuta é parte essencial do tratamento, sabemos que cada mulher tem uma história, e respeitamos o tempo de cada uma.

Pós-parto e climatério

Os dois grandes momentos da vida feminina exigem cuidado fisioterapêutico específico. No pós-parto, avaliamos diástase abdominal, integridade do períneo, recuperação da musculatura pélvica e orientamos retorno seguro a exercícios e à vida sexual. Recomendamos a avaliação 6 a 8 semanas após o parto, mesmo na ausência de queixas. No climatério, a queda hormonal afeta diretamente a musculatura pélvica e os tecidos vulvovaginais, a fisioterapia ajuda a manter trofismo, prevenir incontinência e prolapsos, e tratar atrofia vulvovaginal em parceria com a ginecologista. Atendimento sempre conduzido por fisioterapeuta mulher, em sala individual e com total privacidade.

Evidência científica

Diretrizes da ICS (International Continence Society) e ICUD recomendam a fisioterapia do assoalho pélvico como tratamento de primeira linha para incontinência urinária de esforço, com nível 1 de evidência.

FAQ

Dúvidas sobre este tratamento

Inclui exame intracavitário quando necessário, sempre com seu consentimento, em ambiente privado, com fisioterapeuta mulher.

Em incontinência urinária, geralmente 8 a 12 sessões. Em dor pélvica, costuma ser um processo mais longo, individualizado.